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Insights sobre creative performance, growth e estratégia digital
CRM
6 sinais de que está na hora de trocar de CRM
Toda empresa chega num ponto em que o CRM deixa de ser solução e vira gargalo. O problema é que esse ponto raramente aparece como um alerta claro. Ele aparece como vendas que não fecham, leads que somem, relatórios que ninguém acredita.
Conteúdo
Quando sua scaleup precisa de templates de criativo (e quando eles vão te atrasar)
Templates de criativo para scaleup aceleram produção, mas aplicados cedo demais congelam o aprendizado que a empresa ainda precisa fazer. Tem um momento em que produzir criativo do zero a cada campanha está custando mais do que deveria. O instinto é montar um sistema, industrializar. Só que esse instinto, aplicado antes da hora, pode travar exatamente o que a empresa ainda precisa descobrir.
Marketing
Marketing para agro: como empresas do setor constroem autoridade e previsibilidade
O agronegócio movimenta mais de 27% do PIB brasileiro, mas a maioria das empresas do setor ainda opera marketing por intuição. Este post mostra como construir autoridade e previsibilidade no agro, com o case Jarilo como referência central.
Conteúdo
Brand consistency phygital: como a marca conversa quando o mundo é ao mesmo tempo físico e digital
Brand consistency phygital é o desafio de manter a identidade de uma marca coesa quando ela existe simultaneamente no outdoor, no story do Instagram e no espaço físico que o consumidor pisa. O Uber Festival do Lago, realizado em Brasília, é um dos casos mais completos para entender como isso se resolve na prática. Este post analisa o problema e mostra o que funciona.
Marketing
Marketing digital para universidade e colégio particular: como estruturar uma operação que gera matrícula com previsibilidade
Marketing educacional tem um problema recorrente: muita instituição investe em mídia sem saber qual canal gera matrícula de verdade. UCB, IESB e EduLivre seguiram caminhos diferentes para resolver esse problema. O que eles têm em comum é método.
Comunicação
Design afetivo em marca de consumo: o que a Dona Dê ensina
A primeira embalagem da Dona Dê que chegou na mesa de prova era um saco de juta escuro com tipografia de lousa de bar. Feijão nunca foi marrom na nossa cabeça. O produto é marrom; a marca dele não precisa ser. Este post analisa como o design afetivo transforma commodity em memória cultural, e o que qualquer marca de consumo pode aprender com esse processo.